A Morte do JSON no Backend: Por que migrei toda minha stack para gRPC e Protobuf
Vou começar este post com uma confissão que pode me render alguns inimigos: Eu odeio JSON.
Não é um ódio irracional, daqueles que aparecem do nada. É um ódio construído, tijolo por tijolo, ao longo de anos debugando payloads malformados, campos que deveriam ser números mas chegaram como strings, e aquele clássico null onde você esperava um array vazio. JSON é o equivalente digital de uma conversa telefônica com sua avó: você acha que entendeu o que ela disse, mas quando você chega lá, o bolo de cenoura não tinha aquela cobertura de chocolate esperada (brasileiros vão entender).