O que é o Overwatch 2 hoje? Uma autópsia de um Frankenstein sem alma

Ontem à noite, fiquei encarando a tela de menu do Overwatch 2 por uns dez minutos sem nem entrar na fila. Só encarando. A música tocava, tentando evocar aquela nostalgia de 2016. Não sou um jogador profissional que aguentou cada meta dolorosa, nem estive aqui durante todos os anos de seca. Sou o cara que amou o Overwatch 1, viveu a magia da “era de ouro”, se afastou quando a vida aconteceu e decidiu voltar agora para ver o que sobrou. E a sensação? É como entrar na casa da sua infância e descobrir que ela foi demolida para virar um cassino genérico. Overwatch 2, hoje, não é uma sequência para quem amou o original. É um pedido de desculpas confuso que ninguém realmente aceitou.

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